Informativo de mandato 

(Foto: Divulgação)

O deputado federal Waldenor Pereira foi o entrevistado de hoje (19) no programa Informação e Análise, na Melodia FM. Durante cerca de uma hora, o parlamentar bateu um papo com o comunicador Giorlando Lima e com o advogado Ronnie Peterson sobre o atual cenário político.
Waldenor comentou diversos temas da política nacional, como as eleições para presidência da Câmara dos Deputados, quando o deputado confirmou apoio ao deputado André Figueiredo (PDT), reforçando que não aprova nenhum nome que tenha apoiado o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff. Falou ainda sobre o desastre do governo Temer, que vem tomando diversas medidas contra os interesses do povo brasileiro.
Perguntado sobre como deve ser a oposição com relação ao governo do prefeito Herzem Gusmão na cidade, o deputado afirmou que ainda é cedo para críticas: “Nos cabe acompanhar do ponto de vista local, as promessas e os projetos que foram apresentados na campanha deles. Nós vamos cobrar, no momento adequado. Ainda está muito cedo, são praticamente quinze dias de governo. Tem que dar um tempo para a nova administração conhecer a realidade do município, tomar as medidas necessárias para as políticas que pretendem implementar… Nós vamos fazer uma oposição responsável, e é claro, fazendo a disputa política, afinal fazemos parte de um projeto político totalmente diferente do PMDB.”
Na entrevista Waldenor lembrou que encaminhou recursos provenientes de emenda parlamentar que já estão na conta da prefeitura, destinados à pavimentação de distritos como Veredinha, José Gonçalves e Bate Pé e que espera que o atual prefeito execute essas obras:  “Tenho todo o interesse que essas obras sejam realizadas e com certeza, se convidado, farei questão de participar da inauguração”, disse.
O parlamentar reforçou ainda que vai continuar trabalhando pelo município durante o seu mandato: “Me coloco à disposição do município de Vitória da Conquista e da administração municipal pra qualquer assunto que diga respeito aos interesses da comunidade. A disputa é política, não é pessoal”, concluiu.